A magia para seres aceite pelos outros

Descobre o que precisas de fazer para que os outros te passem a aceitar e aprovar

Quantas vezes já procuraste a aprovação por parte dos outros?
Dos teus pais, parceira(o), colegas, chefe, amigos?
Quantas vezes sentiste aquela necessidade de pertenceres a um grupo e por isso até já fizeste algo que não te apetecia só para sentires que te aceitavam?

Pois é, tenho a certeza que te lembras de algumas desses situações.
Eu também tenho um rol delas na minha vida. Coisas tão simples como um grupo de amigos querer ir fazer determinada atividade que não tem nada a ver comigo, mas que eu com receio de me sentir excluída decido fazer, embora seja uma coisa que não gosto. Preferia anular-me e ir contra a minha natureza, só com medo que me excluíssem da próxima vez.

Todos nós temos este sentimento de pertença a um grupo, seja ele familiar, de trabalho, amizade, etc.
E está certo!
É suposto vivermos em sociedade, em grupo, em interajuda, em partilha. É suposto ajudarmo-nos mutuamente a crescer e a expandir, a sermos cada vez mais a nossa melhor versão (caso contrário vivíamos cada um no seu planetazinho!!)

Agora, o que não é suposto é deixares de ser TU para agradar os outros, perderes a tua individualidade, a tua autenticidade.

“Mas ó Alda os meus amigos não gostam de mim se eu me mostrar como sou…”.
Será? Será que não gostam?

Mas a verdadeira pergunta aqui é: e tu gostas de ti como és? E tu aceitas-te e aprovas-te exatamente como és?
Deves estar a pensar já numa série de coisas que não gostas em ti…
Então agora diz-me: como é que queres que os outros te aceitem tal como és se tu não te aceitas a ti própria(o)?!

Ah pois é!
Os outros só te devolvem o que pensas de ti. Ao mudares o que pensas de ti os outros vão também mudar a forma como te veem.

Só te consegues sentir bem contigo e com os outros, se te aceitares e se te aprovares a ti mesma(o) tal como és. Com tudo o que tens que gostas e que não gostas. Aceitares-te exatamente como és.
Atenção que isso não implica que não queiras mudar, que não queiras crescer, que não queiras ser melhor. Claro que podes sempre crescer e mudar, aproximar-te cada vez mais do melhor que podes ser.
No entanto, para te aceitares e aprovares a ti mesma(o) não precisas de ficar à espera de conseguir lidar com aquela situação, ter aquele trabalho, ter o peso ideal, ter aquele relacionamento, não te irritares…
Aceitares-te agora (sim agora, no preciso momento em que estás a ler isto) significa que vais aceitar o que gostas e o que não gostas, que te vais amar com a tua luz e a tua sombra.

E sim, antes que perguntes eu digo-te – É POSSÍVEL!
E posso dizer-te isso em primeira mão, porque eu também já estive aí. Eu também já olhei para mim e não gostava da maior parte do que via. E hoje olho-me ao espelho e digo de coração aberto “Amo-me e aceito-me exatamente como sou”.

Se consegui isto de um dia para o outro? Claro que não.
Foi aos poucos que me fui trabalhando, que fui mudando a forma como penso, que fui cada vez mais conectando-me comigo, com a minha essência, deixando vir à tona a minha verdade e a minha individualidade.
Se o trabalho está terminado? Claro que não!!!! Posso sempre ser cada vez mais a minha melhor versão. Como dizia a Louise Hay, é sempre possível amares-te mais.

Mas de facto, trabalhares o teu desenvolvimento pessoal aproxima-te da tua melhor versão. Tenho uma cliente que um dia me disse “Senti que foi efetivamente revelador, que agora olho à minha volta e que tudo é mais claro. Que tudo depende de mim e não dos outros e que eu tenho o poder de fazer acontecer”. E isto diz tudo!

Por isso pergunto-te: do que estás à espera para seres a tua melhor versão?!

Em modo de despedida deixo-te um exercício que usamos no Método Heal Your Life®:
– em frente a um espelho, olha-te nos olhos e inspira fundo algumas vezes e diz a seguinte afirmação, “Estou disposta(o) a aceitar-me exatamente como sou“, ou “É cada vez mais fácil amar tudo em mim“.
– durante o teu dia, sempre que vires o teu reflexo repete estas afirmações.

Desafio-te a fazeres isto durante alguns dias e se quiseres partilhar comigo como está a ser sabes onde me encontrar!

Como controlares as tuas emoções

Descobre como tomar conta das tuas emoções, em vez de serem elas a tomar conta de ti

Quem toma conta das tuas emoções?!
“Ai Alda…, às vezes são elas… Às vezes não me consigo controlar e ter a calma e o controlo que gostava de ter…”

Pois é! E se eu te dissesse que é possível seres tu a controlar as tuas emoções, sentires-te em paz, viveres uma vida com mais calma, teres assertividade nas decisões que tomas, não agires impulsivamente (e depois a maior parte das vezes arrependeres-te…!)?
Sim, é possível! E vou falar-te sobre isso já a seguir.

Antes vou-te falar um bocadinho do que é que são afinal estas coisas das emoções.
Sabes, vivemos no Planeta Terra, não sei se já tinhas reparado nesse pormenor! E com tal, aqui na Terra, existem muitas emoções. Umas consideradas positivas (que geram um sentimento agradável), outras consideradas menos positivas (ou tóxicas) e que provocam sentimentos desagradáveis. Vou dizer-te um segredo: É SUPOSTO SENTIRMOS TODO O TIPO DE EMOÇÕES.

“Como assim Alda? Eu não quero sentir-me triste, ou zangada(o). Quero sentir-me calma(o), alegre, em paz.”
Claro que queres, eu também quero. Mas não achas que é suposto, por exemplo, se alguém muito importante para ti deixar de estar na tua vida tu ficares triste? Claro que sim. Não achas que é suposto se alguém faz algo que te magoa tremendamente ficares com vontade de lhe bater e com raiva? Claro que é.
A questão é o que fazes com estas emoções, se as dominas e as libertas. Caso contrário elas vão-se acumulando dentro de ti e começam a provocar-te não só um mau estar psicológico, como podem provocar maus estares físicos.

Existem cinco emoções que são consideradas universais: o medo, a tristeza, a alegria, a raiva e o nojo. E se pensares numa criança pequenina conseguir imaginar facilmente a sua expressão em cada uma delas. Aliás o filme Divertida-Mente (Inside Out), da Disney, é baseado exatamente nestas cinco emoções e mostra bem a importância que todas elas têm na nossa vida (se ainda não viste este filme, aconselho vivamente).

A lista não fica por aqui, existem muitas emoções, muitas formas de as classificar e de agrupar.
Deixo-te aqui só alguns exemplos (tenho a certeza que consegues identificar algum momento da tua vida em que já as sentiste): Aceitação, Afeto, Angústia, Ânimo, Culpa, Deceção, Desespero, Entusiasmo, Esperança, Frustração, Gratidão, Motivação, Preocupação, Tédio, Vergonha.

E sim, é normal sentires isto tudo. Mas é importante promoveres as que geram sentimentos agradáveis e de bem-estar, e libertares as que provocam mau estar.
Para isso tens de as RECONHECER e ACEITAR. Tens de reconhecer e aceitar que estás com medo de enfrentar aquela situação complicada. Tens de reconhecer e aceitar que estás com raiva daquele teu colega que te irrita e tira do sério. Tens de reconhecer que há dias em que estás triste. E está tudo bem!

“Oh Alda, mas se eu reconhecer que tenho raiva de alguém não estou a ser boa pessoa. E se eu reconhecer que tenho medo não estou a ser forte.”
E se eu te disser que é exatamente o contrário?! Ao reconheceres as tuas emoções menos positivas estás a ser extremamente forte e verdadeira(o). Ao aceitares que elas existem dentro de ti, te estás a aceitar por inteiro.

Tu só consegues mudar aquilo que reconheces. Se não consegues ver/perceber o que que te está a deixar triste ou zangad(o), não vais conseguir mudar a forma como respondes a isso. É como se estivesses a querer limpar uma janela, mas não conseguisses ver onde está a sujidade, não dá, não é?!
Tens de aceitar que tens essa emoção (em vez de a pores para “debaixo do tapete”). Aceitares que estás triste, ou que estás sem motivação, que sentes raiva e mesmo assim continuares a amar-te.
Portanto, o primeiro passo se queres controlar e libertar essas emoções, construir uma vida mais calma, mais assertiva, em que sentes tranquilidade e equilíbrio, é reconhecer a aceitar as emoções que tens e depois libertá-las.

Como és que podes libertar, estás já aí a perguntar dentro da tua cabeça.
Há várias estratégias que podes utilizar. Não existe uma melhor que outra, tens de encontrar as que são certas para ti, ir experimentando e percebendo aquelas que melhores resultados têm.
Deixo-te alguns exemplos:
– respiração consciente;
– meditação;
– corrida;
– exercícios de libertação da raiva;
– trabalho de espelho;
– taças tibetanas;
– yoga;
– caminhadas na natureza;
– exercícios de visualização;
– trabalho com a criança interior.

O importante é que encontres (E APLIQUES!) as estratégias que melhor te servem. Há alturas que podem ser umas, outras vezes outras, e está tudo certo! Porque se de facto queres sentir-te equilibrada(o) e com controlo sobre as tuas emoções (e a tua vida!) tens de as trabalhar, tens de te conhecer, tens de te aceitar e amar por inteiro.

Se quiseres partilhar uma história tua e saber como podes lidar com ela escreve-me. Estou aqui para te ajudar!